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  <channel>
    <title>Blog do condomínio Adcon</title>
    <link>http://www.adconcondominios.com.br</link>
    <description>Dicas, explicações e tudo o que síndicos e moradores precisam saber para manterem uma boa relação e gestão do condomínio</description>
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    <item>
      <title>Proprietário ou inquilino: quem é o condômino?</title>
      <link>http://www.adconcondominios.com.br/blog/quem-e-o-condomino-inquilino-ou-proprietario</link>
      <description>Essa é uma dúvida comum. Proprietário ou inquilino: quem é o condômino? Nesse conteúdo vamos explicar melhor a definição de condômino, as responsabilidades e 'poderes' de cada um</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          O cenário comum de um condomínio envolve apartamentos em que os donos moram na unidade e outros em que os moradores são locatários. No segundo caso, porém, uma dúvida surge e gera discussões. Proprietário ou inquilino: quem é o condômino?
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A maioria das pessoas acredita que o condômino é a pessoa que mora no apartamento e convive, diariamente, com o ecossistema condominial. Uma pesquisa do portal especializado
          &#xD;
    &lt;a href="https://www.sindiconet.com.br/informese/quem-e-condomino-morador-ou-proprietario-administracao-direitos-e-deveres-dos-condominos"&gt;&#xD;
      
           SindicoNet
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
          , porém, revelou que apenas 32% dos mais de mil entrevistados sabiam a resposta correta.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A definição da palavra pelo dicionário Michaelis começa a responder à nossa questão. A resolução aponta o condômino como o “indivíduo que, juntamente com outro(s), possui o direito de propriedade sobre um bem”. Ou seja, o verdadeiro
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           condômino é o proprietário do imóvel
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          .
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          É claro que não podemos nos basear apenas na etimologia da palavra. Por isso, consultamos o Código Civil e encontramos a resposta no 2ª parágrafo do
          &#xD;
    &lt;a href="https://www.jusbrasil.com.br/topicos/10645953/artigo-1334-da-lei-n-10406-de-10-de-janeiro-de-2002"&gt;&#xD;
      
           Artigo 1.334
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
          . Confira a definição abaixo.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CONDÔMINO, OCUPANTE E VISITANTE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Uma vez que deixamos clara a definição de quem é o condômino, precisamos também identificar outros indivíduos comuns no condomínio. Nesta lista temos os ocupantes e os visitantes.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Os ocupantes são aqueles que, literalmente, ocupam uma unidade, mas que não são proprietários do imóvel. Podemos usar como exemplo inquilinos e locatários, assim como os próprios proprietários, uma vez que morem no prédio. Familiares que frequentam o local também se enquadram na classificação.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Já a classe de visitantes é representada por pessoas que transitam dentro do condomínio, mas que não têm conexão direta com os moradores. Prestadores de serviço externos e visitantes são os exemplos principais.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;h3&gt;&#xD;
  
         INQUILINOS PODEM VOTAR EM ASSEMBLEIAS DE CONDOMÍNIO?
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Deve-se sempre respeitar as regras da
          &#xD;
    &lt;a href="/convencao-coletiva-e-regimento-interno-do-condominio/"&gt;&#xD;
      
           Convenção Coletiva e Regimento Interno
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
          para evitar quaisquer tipos de problemas. Normalmente, porém, só é permitida a participação do inquilino com a comprovação de sua legitimidade por uma procuração assinada pelo proprietário do apartamento.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Ficou com alguma dúvida sobre o assunto que envolve inquilinos, moradores, proprietários e condôminos? Fale com o síndico e entre em contato conosco pelo WhatsApp
           &#xD;
      &lt;a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5511993765037" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            99376-5037
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      
           para saber como podemos ajudar a otimizar a gestão do seu condomínio.
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/fef0d991/dms3rep/multi/blog_03_quem-e%CC%81-condomino.jpg" length="212104" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 09 Dec 2019 13:57:00 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Síndico de condomínio: quais os poderes e deveres deste cargo?</title>
      <link>http://www.adconcondominios.com.br/blog/sindico-de-condominio-quais-os-poderes-e-deveres</link>
      <description>Entenda quais são os poderes e deveres de um síndico no condomínio, e como um bom trabalho pode trazer benefícios aos moradores</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          O síndico é uma das figuras mais importantes quando o assunto é o condomínio. Trata-se da pessoa que representa o coletivo perante terceiros, e também aquele que concentra muitas responsabilidades em suas mãos. Diante destes pontos, surge também a questão:
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           quais os poderes e deveres de um síndico
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          ?
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Inicialmente, cabe destacar que o próprio Código Civil determina um primeiro regramento fundamental a esse respeito. Através dos nove incisos de seu artigo 1.347, em linhas gerais, confere ao síndico o encargo, basicamente, de
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           administrar o condomínio
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          .
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A partir do momento em que é eleito, o síndico do condomínio passa a ser aquele que dita os rumos da administração condominial. Ele também passa a ser o responsável por diversas outras tarefas, tais como a prestação de contas, convocação e realização das assembleias gerais, cobrança judicial e extrajudicial de débitos condominiais, entre outras.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Já no aspecto jurídico, o síndico é aquele que representa o condomínio em Juízo ou fora dele, em todas as questões atinentes à esfera do Direito.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Diante de toda essa informação, podemos afirmar que as tarefas do cargo não são nada simples. Neste contexto, é admitido legalmente que ele venha a contar com uma assessoria especializada na condução dessa árdua tarefa. É por isso que nós, da
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Adcon Condomínios
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          , atuamos há mais de 25 anos auxiliando síndicos e condomínios em busca de uma gestão profissional e eficiente.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;h2&gt;&#xD;
  
         AS RESPONSABILIDADES DO SÍNDICO
        &#xD;
&lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          O mesmo síndico de condomínio que conta com tantos poderes também precisa se ater a certos direitos e deveres. De um lado estão as tomadas de decisão, realização de assembleias, assinatura de cheques ligados a despesas, enquanto, do outro, estão as responsabilidades deste cargo.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Em linhas gerais, é quem exerce o papel de mediador geral em um condomínio. Em outras palavras, quaisquer problemas que venham a acontecer no coletivo podem resultar na responsabilização do síndico, o que também engloba o não cumprimento dos deveres de forma adequada ou danos à administração do condomínio.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Assim, algumas ações do síndico podem levá-lo a ser processado civil ou até criminalmente. Alguns exemplos são a negligência na cobrança de condôminos inadimplentes, prejuízo aos condôminos ou a terceiros, realização de obras sem a devida autorização em assembleia (quando necessária), acidentes com colaboradores em horário de trabalho, entre outras.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A responsabilidade civil e criminal do síndico passa a valer a partir do início da nova gestão. Dessa forma, a responsabilidade do ex-síndico sai de vigor no momento que a documentação com o nome do novo gestor é aprovada em cartório.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;a href="/4-duvidas-sobre-administracao-de-condominio/"&gt;&#xD;
        
            LEIA TAMBÉM: 4 DÚVIDAS COMUNS SOBRE ADMINISTRAÇÃO DE CONDOMÍNIO
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;h3&gt;&#xD;
  
         SALÁRIO E ISENÇÃO DE CONDOMÍNIO
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Um assunto bem comum é quando o posto de síndico morador envolve a remuneração do próprio. A prática mais comum em condomínios é contemplá-lo com a isenção da taxa condominial durante a gestão, mas esse modelo não é uma regra. De fato, nada mais justo do que reconhecer o direito de uma espécie de remuneração pelos serviços prestados, sendo notório o grau de responsabilidade e dedicação que a função demanda.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Além disso, entende-se que o síndico, também em virtude da elevada função que exerce, tem o direito de ser respeitado pelos moradores. É preciso usar o bom senso e moderação no trato com tal figura, sempre buscando contribuir e colaborar com o trabalho do mesmo.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Em linhas gerais, o relacionamento entre síndico e moradores é simples. Baseia-se na consciência geral sobre o papel do cargo, que não tem a obrigação de ter conhecimento irrestrito sobre todos os fatos e todas as áreas do conhecimento. É aberta, então, a chance de compartilhar a responsabilidade com uma administradora, elevando a expertise e criando um ecossistema ainda mais benéfico ao condomínio.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Dessa maneira, o síndico poderá ter tranquilidade e amparo para desenvolver, com responsabilidade, cuidado e confiança, esse elevado mister, que é o de liderar a condução da administração condominial.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;h4&gt;&#xD;
  
         QUANTO TEMPO UM SÍNDICO PODE PERMANECER NO CARGO?
        &#xD;
&lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          O período para que um síndico permaneça no cargo em um condomínio pode variar de acordo com o Regimento Interno. O Código Civil – nos termos do artigo 1.347 –, porém, estabelece um limite máximo de dois anos para cada gestão, sendo livre uma renovação com base no voto da maioria na coletividade.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Ficou com alguma dúvida? Fale com o seu síndico e entre em contato conosco pelo WhatsApp
           &#xD;
      &lt;a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5511993765037"&gt;&#xD;
        
            99376-5037
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      
           para saber como podemos ajudar a otimizar a gestão do seu condomínio.
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/fef0d991/dms3rep/multi/blog_04_poderes-e-deveres.jpg" length="268895" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 25 Nov 2019 16:21:00 GMT</pubDate>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>4 dúvidas comuns sobre administração de condomínio</title>
      <link>http://www.adconcondominios.com.br/blog/4-duvidas-sobre-administracao-de-condominio</link>
      <description>Síndicos têm isenção? Por que o condomínio fica mais caro em alguns meses do ano? Respondemos às principais dúvidas sobre administração de condomínio</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A administração de condomínio é complexa e pode gerar muitas dúvidas para moradores, proprietários e síndicos. Nem tudo, porém, é complicado como parece. Alguns pontos como a isenção de taxa condominial para o síndico, sazonalidade de valores e até comunicação de reforma estão sempre em pauta, mas podem ser rapidamente explicados.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Pensando nisso, nós da
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Adcon Condomínios
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          , preparamos uma série de respostas para te fazer entender e tirar algumas das principais dúvidas sobre a administração de condomínio.
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Confira abaixo
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          .
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;h2&gt;&#xD;
  
         1. O síndico tem direito a isenção de pagamento do condomínio?
        &#xD;
&lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A concessão de isenção ao síndico quanto ao pagamento da taxa condominial é uma medida adotada por boa parte dos condomínios. Isso, porém, não é uma regra. Geralmente a ideia é utilizar essa prática como forma de incentivo aos candidatos ao cargo de síndico do prédio.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;h2&gt;&#xD;
  
         2. Por que condomínios residenciais precisam de CNPJ?
        &#xD;
&lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Da mesma maneira que uma empresa tem funcionários, efetua pagamentos e precisa fazer demonstrativos de encargos, contratos com fornecedores e até recolher impostos, o condomínio passa pelos mesmos processos. Ou seja, tem o funcionamento semelhante ao de uma empresa e faz jus à necessidade de um CNPJ.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;h2&gt;&#xD;
  
         3. Por que o condomínio fica mais caro em alguns meses?
        &#xD;
&lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Isso ocorre pela sazonalidade de alguns fatores, como taxas extras específicas do condomínio em certas épocas e até o pagamento do 13º salário de colaboradores. Esse aumento, porém, precisa ser previsto, planejado e aprovado em Assembleia para que não haja surpresas maiores ao longo da gestão.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;h2&gt;&#xD;
  
         4. Um proprietário precisa comunicar o síndico sobre reformas em seu apartamento?
        &#xD;
&lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Sim. É obrigatória a comunicação ao síndico não apenas sobre a obra, mas especificações sobre o tipo, de que maneira e em quais datas a reforma irá acontecer. Saiba mais sobre reformas
          &#xD;
    &lt;a href="/responsabilidades-ao-reformar-o-apartamento/"&gt;&#xD;
      
           as responsabilidades do proprietário ao reformar o apartamento
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
          em nosso conteúdo completo sobre o assunto que está
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;a href="/responsabilidades-ao-reformar-o-apartamento/"&gt;&#xD;
        
            neste link
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          .
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Essas são apenas algumas das dúvidas mais questionadas pelos proprietários, condôminos e síndicos. Por isso é tão importante contar com uma administradora especializada e qualificada para tratar dos mais complexos assuntos envolvendo a administração de condomínio.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Ficou com alguma dúvida? Fale com o seu síndico e entre em contato conosco pelo WhatsApp
           &#xD;
      &lt;a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5511993765037"&gt;&#xD;
        
            99376-5037
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      
           para saber como podemos ajudar a otimizar a gestão do seu condomínio.
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/fef0d991/dms3rep/multi/blog_05_duvidas-comuns.jpg" length="267345" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 04 Nov 2019 21:52:00 GMT</pubDate>
      <guid>http://www.adconcondominios.com.br/blog/4-duvidas-sobre-administracao-de-condominio</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/fef0d991/dms3rep/multi/blog_05_duvidas-comuns.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/fef0d991/dms3rep/multi/blog_05_duvidas-comuns.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Assembleia Geral de condomínio e seus diferentes quóruns</title>
      <link>http://www.adconcondominios.com.br/blog/assembleia-geral-de-condominio-entenda</link>
      <description>Entenda o funcionamento da Assembleia Geral de condomínio e como ela é fundamental na tomada de decisões para os moradores</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A Assembleia Geral de condomínio vai muito além de uma reunião de moradores. Trata-se do momento em que decisões ditarão o rumo da administração e do coletivo, onde os moradores terão o poder de decidir sobre os mais variados assuntos. Mas até onde vai o poder da Assembleia e como ela deve funcionar para trazer mais soluções do que discussões para os condôminos?
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A lei civil confere um sistema decisório e administrativo calcado no voto da maioria. Sendo assim, a Assembleia Geral de condomínio expressa o ato e o momento no qual será formada a decisão sobre as ações do coletivo, e o que será feito por ele diante  dos mais variados problemas e obrigações.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Nesse sentido, a Seção II do Capítulo VII do Código Civil destina-se justamente a regular a “Administração do Condomínio” e, em seus artigos 1.347 até 1.356, finca as regras básicas sobre como deve funcionar esse fenômeno.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          O pleno entendimento sobre o funcionamento da Assembleia Geral é fundamental para uma boa administração e convívio. É através dela, por exemplo, que se elege o síndico e o subsíndico, além dos demais membros do Conselho Consultivo. Também é pela Assembleia que se aprovam as contas relativas a exercícios anteriores, bem como projeções de despesas para momentos posteriores e onde são discutidos problemas que estejam afetando a coletividade.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;a href="/convencao-coletiva-e-regimento-interno-do-condominio/"&gt;&#xD;
        
            LEIA TAMBÉM NOSSO RESUMO SOBRE CONVENÇÃO COLETIVA E REGIMENTO INTERNO
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;h2&gt;&#xD;
  
         ASSEMBLEIA GERAL DE CONDOMÍNIO: OS QUÓRUNS
        &#xD;
&lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          O interessante é que os próprios condôminos também estão aptos, dentro dos limites legais, a estabelecer quais quóruns ou proporções de votos consideram os ideais para tal e qual assunto. Diz-se que essa possibilidade existe, mas é limitada. Isso porque quem dita os quóruns  mínimos é o próprio Código Civil, através de alguns dos dispositivos já mencionados acima. Ou seja, entende-se que essas frações mínimas previstas em lei devem ser respeitadas.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Uma das primeiras particularidades dos diferentes quóruns possíveis é a relação proporcional de pessoas à qual os votos estarão sendo considerados. Ou seja, caso a base seja a totalidade dos condôminos existentes, então estará configurado um quórum de maioria absoluta ou qualificada.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Ambos levam em consideração a totalidade dos condôminos. Isso significa que, no caso hipotético de uma coletividade com quarenta unidades, se 20 moradores  comparecerem em Assembleia Geral de condomínio votando a favor de uma matéria que exige maioria absoluta de votos, ainda assim, essa matéria não terá sido considerada aprovada.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A maioria qualificada, por sua vez, é um quórum ainda mais exigente. Além de levar em conta a totalidade de condôminos, ainda é sempre fixada, conforme o próprio nome, de maneira  mais restrita do que a “metade mais um”. Um conceito típico de maioria.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Por fim, temos o quórum de maioria simples ou relativa, que leva em consideração o total dos  condôminos presentes naquela determinada Assembleia.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;h2&gt;&#xD;
  
         CONCLUSÃO
        &#xD;
&lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Ao analisar tais quóruns, percebemos que todas as diferentes alternativas apresentam suas razões individuais. Assim, cada modalidade pode estar traduzindo uma diferente intenção, desde tornar mais difícil a aprovação em casos mais graves e sensíveis até dar flexibilidade e facilidade à aprovação de temas corriqueiros.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A escolha de uma ou outra modalidade de quórum também reflete o maior ou menor prestígio aos condôminos mais participativos. A opção pela maioria simples, por exemplo, contempla de forma mais benéfica os moradores que comparecem às Assembleias  condominiais.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Fale com o seu síndico e entre em contato conosco pelo WhatsApp
           &#xD;
      &lt;a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5511993765037"&gt;&#xD;
        
            99376-5037
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      
           para saber como podemos ajudar a otimizar a gestão do seu condomínio.
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 30 Oct 2019 15:08:00 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>As responsabilidades de uma reforma no apartamento</title>
      <link>http://www.adconcondominios.com.br/blog/responsabilidades-ao-reformar-o-apartamento</link>
      <description>O proprietário precisa cumprir com algumas obrigações ao optar por reformar seu apartamento, como por exemplo comunicar ao síndico e, em alguns casos, até contratar um profissional para aprovar a obra</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Ao optar por reformar o apartamento, o proprietário pode gerar muita dor de cabeça, não só para ele, mas para os outros condôminos e o síndico. Isso porque são necessários diversos cuidados para que a obra não cause problemas e venha a se tornar um estorvo para o condomínio. Pensando nisso, nós, da
          &#xD;
    &lt;a href="https://adconcondominios.com.br/"&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Adcon Condomínios
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
          , preparamos alguns tópicos fundamentais sobre as principais responsabilidades do proprietário na hora de reformar uma unidade.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Desde o início, é fundamental notificar o síndico sobre a realização de uma reforma no apartamento. O que muitos não sabem, porém, é que essa comunicação é obrigatória. O proprietário deve comunicar qual obra será feita, de qual maneira e em quais datas ela acontecerá.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Em alguns casos, dependendo do tamanho da reforma e do grau de intervenção na estrutura do apartamento, o dono do imóvel precisa providenciar a contratação de um profissional especializado para aprová-la. O processo passa pela escolha de um responsável técnico e até a elaboração de um plano de reforma. Deverão ser considerados aspectos como as implicações da obra e a segurança da edificação, além da emissão de uma Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). Tudo isso conforme as regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT),  em especial a norma de número 16.280.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;h2&gt;&#xD;
  
         REFORMAS INDIVIDUAIS QUE AFETAM O COLETIVO
        &#xD;
&lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Apesar de o imóvel pertencer ao proprietário, a unidade faz parte de um organismo coletivo que é o condomínio. Ou seja, o síndico precisa ser contactado e, em certos casos, profissionais especializados têm que entrar em ação para que a reforma no apartamento não se torne um problema para a coletividade. O condomínio conta com uma existência e funcionamento coletivo e o bom andamento desse todo depende diretamente do modo de se comportar de cada uma das unidades.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="/"&gt;&#xD;
      
           LEIA TAMBÉM NOSSO ARTIGO SOBRE OBRAS EM ÁREAS COMUNS DO CONDOMÍNIO
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A lei confere à coletividade que vive no condomínio a incumbência de geri-lo,  aprovando as decisões e providências por meio de votação pela sua maioria.  Nesse sentido, apesar de não demandar aprovação pela coletividade, é claro que a obra do apartamento, justamente por impactar a vida de outros moradores, requer comunicação prévia, formal e inequívoca, ao menos ao síndico. Também é preciso que haja a obediência aos requisitos formais exigidos para qualquer espécie de obra, sempre visando a conservação da estrutura maior.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Além disso, o proprietário do apartamento que será reformado terá a obrigação de respeitar os  vizinhos com relação ao nível de ruído produzido. A  autorização para circulação de profissionais que irão trabalhar na obra, destinação e o  cuidado com o entulho também estão entre as responsabilidades do proprietário.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;h2&gt;&#xD;
  
         RESPONSABILIDADE EM PROL DO BEM-ESTAR GERAL
        &#xD;
&lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Então, mesmo depois de comunicar ao síndico e de obter laudo técnico especializado, o proprietário ainda precisa cumprir com certas responsabilidades. Ele terá que estar  atento aos horários e períodos do dia em que a obra poderá operar. Também precisará observar a maneira como  descartar entulho e demais resíduos, tudo isso de forma a não prejudicar o bem-estar coletivo.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A análise de tudo quanto exposto no presente texto permite concluir que a contratação de um  serviço de administração de condomínios que domine as regras e conceitos acima trabalhados,  com longa experiência no mercado e larga margem de conhecimento, aliado a uma forte assessoria  jurídica, com profissionais sempre atualizados  e capacitados, faz a diferença na vida das famílias que convivem em um condomínio.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Fale com o seu síndico e entre em contato conosco pelo WhatsApp
           &#xD;
      &lt;a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5511993765037"&gt;&#xD;
        
            99376-5037
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      
           para saber como podemos ajudar a otimizar a gestão do seu condomínio.
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/fef0d991/dms3rep/multi/blog_07_refroma-apartamento.jpg" length="190928" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 24 Oct 2019 22:26:00 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Airbnb em condomínios: como resolver esta polêmica?</title>
      <link>http://www.adconcondominios.com.br/blog/airbnb-e-condominios</link>
      <description>Discussões sobre o modelo de locação para hospedagem do Airbnb em condomínios residenciais têm acontecido em prédios por todo o Brasil, mas qual será o caminho certo para acabar com a polêmica?
The post Airbnb em condomínios: como resolver esta polêmica? appeared first on Adcon.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A polêmica envolvendo o a atuação do serviço de hospedagem Airbnb em condomínios tem tomado conta das Assembleias e também junto às administradoras. Muito se discute sobre imóveis sendo locados para fins de hospedagem e não apenas como residência. Mas até onde essa nova modalidade pode afetar o dia a dia dentro do condomínio?
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A questão mais debatida sobre Airbnb em condomínios é: o proprietário poderia locar seu próprio imóvel, normalmente, com fim de hospedagem no Airbnb? Ainda não existe previsão legal específica que regule esse tipo de locação. É preciso, no entanto, que seja tomada uma decisão sensata e coerente para que não cause consequências aos condôminos.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Para entender de vez essa polêmica, precisamos, primeiro, saber o que é e como funciona o Airbnb. Só então será possível analisar o impacto do serviço para moradores e condomínios. O Airbnb começou em 2008, quando dois designers que tinham um espaço sobrando hospedaram três viajantes que procuravam um lugar para ficar. Agora, milhões de anfitriões e viajantes optam por criar uma conta gratuita no aplicativo para que possam anunciar seu espaço e reservar acomodações únicas em qualquer lugar do mundo.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Quando o imóvel locado está dentro de uma casa, a divisão de espaço é sabida pelo proprietário, que se dispõe a locá-lo e sabe quem estará entrando em sua residência. O que poucas pessoas previram, porém, é: como os hóspedes se encaixam no dia a dia de um condomínio? Alguns fatores como a segurança, privacidade e tranquilidade de condôminos que moram de forma permanente no local entram em cheque.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           UMA SOLUÇÃO PARA O CONDOMÍNIO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Em contrapartida à falta de uma regulação oficial, ao menos uma interpretação sólida do assunto que envolve condomínios e o Airbnb já é encontrada. O sistema jurídico brasileiro como um todo, nele considerados a Constituição Federal , o Código Civil e a Lei de locações, aponta que se o condomínio estabeleceu formalmente a sua finalidade  residencial, então fica proibido este tipo de locação. A explicação se dá por ser, claramente, uma prática  adequada a hotéis e flats, por exemplo, e não a condomínios residenciais.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A preocupação toda, na prática, se justifica, principalmente, pela questão da segurança dos  moradores. Por outro lado, há pessoas que, pela própria rotina, não utilizam do apartamento em  todos os dias da semana. Estas, por exemplo, defendem o seu direito, como proprietárias, de usar,  fruir e dispor de seu imóvel como bem entenderem.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A questão fica duvidosa quando há ausência de regra específica, na Convenção do condomínio, a  respeito da possibilidade ou não da realização de locações por curtos períodos de tempo. Em casos deste tipo há decisões judiciais que têm considerado abusivo proibir-se o proprietário de  um apartamento de explorá-lo como bem entenda.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De modo geral, percebe-se como, também quanto a esse assunto, é imprescindível ao  condomínio contar com auxílio especializado, em especial o jurídico, o qual poderá conduzir a  questão de forma apropriada à situação. Também será necessário executar diferentes trâmites e, em alguns casos, até mesmo a inclusão de regra relativa a esse  tipo de locação em Convenção Coletiva e Regimento Interno .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Ficou com alguma dúvida sobre a atuação do Airbnb em condomínios? Fale com o seu síndico e entre em contato conosco pelo WhatsApp
           &#xD;
      &lt;a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5511993765037" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            99376-5037
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      
           para saber como podemos ajudar a otimizar a gestão do seu condomínio.
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 04 Oct 2019 22:14:00 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Inadimplência no condomínio: como cobrar e reduzir?</title>
      <link>http://www.adconcondominios.com.br/reduzir-inadimplencia-no-condominio</link>
      <description>Saiba como funciona o processo de cobrança e redução da inadimplência no condomínio para que este problema não afete a gestão condominial do seu edifício
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      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A inadimplência nos condomínios é um fato muito mais comum do que pode parecer. Condôminos que não cumprem com os pagamentos em dia, porém, podem acabar atrapalhando uma boa gestão financeira do edifício, uma vez que todas as despesas coletivas são divididas entre os moradores para suprir as demandas de serviços e manutenção. Por isso é tão importante saber como
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           administrar, cobrar e reduzir a inadimplência no condomínio
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          , mas este processo nem sempre é simples.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Por definição, o condomínio funciona através do rateio proporcional de todos os gastos coletivos entre os moradores e/ou proprietários dos apartamentos. O montante coletado é utilizado para manter as estruturas e facilidades do edifício em bom funcionamento, o que necessita de serviços especializados e manutenção constante. Além disso, ainda há despesas com segurança e a conservação das estruturas da construção.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A complexidade da administração exibe a necessidade de um ótimo controle financeiro. Este se inicia com uma projeção de gastos fixos com incidência de reajuste por índice de inflação, sem se esquecer, também, da prevenção com relação a possíveis despesas extras. No caso, a inadimplência no condomínio também pode estar entre os imprevistos a serem listados durante a projeção.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;h2&gt;&#xD;
  
         IMPORTÂNCIA DA TAXA CONDOMINIAL
        &#xD;
&lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          O próximo passo é definir corretamente a taxa condominial. Para isso, é preciso efetuar uma estimativa criteriosa, anualmente, a partir da projeção de gastos citada anteriormente e proceder a um valor que será cobrado mensalmente dos condôminos para que todos estejam em dia com os pagamentos. Lembre-se: o valor precisa ser realista, uma vez que não adiantará definir uma taxa mais custosa, mas que não seja condizente com a realidade dos moradores.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          É essencial ao condomínio poder contar com um serviço eficiente e qualificado na hora de cobrar as taxas condominiais. Saber como manejar os instrumentos, tanto judiciais como extrajudiciais, necessários para efetivar as cobranças certamente garante um melhor controle à gestão condominial quando o assunto é a inadimplência.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Quanto à legislação aplicável, o Código Civil (Lei n. 10.406/02) prevê, em seu artigo 1.336,  inciso I, a obrigação do condômino de contribuir para o custeio das despesas. Assim, o atual Código de Processo Civil (Lei n. 13.105/15), por sua vez, confere à taxa condominial o  status de “título executivo extrajudicial”, desde o início de 2016. Isso significa que a lei passou a permitir uma cobrança de taxas condominiais teoricamente mais rápida e menos burocrática.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;h2&gt;&#xD;
  
         COMO FUNCIONA A COBRANÇA DA INADIMPLÊNCIA NO CONDOMÍNIO?
        &#xD;
&lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          O condomínio está autorizado por lei a pedir ao juiz que determine que o  devedor pague a dívida no prazo de apenas 03 (três) dias úteis, desde que detenha toda a  documentação apta a demonstrar que a dívida existe e qual é o valor dela. Também é preciso ter documentos que provem a obrigatoriedade do pagamento por parte do  condômino, como, por exemplo a Ata de Assembleia aprovando o valor da taxa condominial e/ou aprovando as  contas do exercício anterior.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Neste contexto, é necessário reconhecer que, infelizmente, inúmeras circunstâncias de ordem  prática – como o excessivo volume de processos judiciais submetidos aos fóruns diariamente,  somado ao déficit de funcionários públicos em cada Vara Judicial –, ao menos por ora têm impedido que a cobrança de dívida condominial se torne mais  rápida e eficiente.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Porém, com a inovação trazida pelo atual Código de Processo Civil e, desde que o condomínio conte com o auxílio jurídico adequado, é possível utilizar os novos mecanismos e  regras processuais para maximizar a eficiência da cobrança das despesas condominiais para impedir novos devedores.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;h3&gt;&#xD;
  
         CONCLUSÃO
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Parece sensato imaginar que em condomínios em que o serviço de cobrança funciona de  maneira eficiente, os condôminos irão buscar evitar ficar em débito.  Da mesma maneira, é necessária a consultoria e atuação de especialistas na área, a fim de que  os mesmos instrumentos jurídicos e processuais que vieram para maximizar a eficiência da  cobrança não tragam prejuízos e problemas à gestão condominial. Isso porque o manejo  incorreto ou irregular da cobrança judicial pode, por vezes, caracterizar abusos e, no caso de  cobrança indevida, até mesmo a necessidade de se indenizar a parte contrária.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Portanto, quando o assunto for a inadimplência no condomínio, é fundamental dar a devida atenção e buscar um serviço especializado para que o condomínio nunca fique desamparado.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Ficou com alguma dúvida sobre inadimplência condominial? Fale com o seu síndico e entre em contato conosco pelo WhatsApp
           &#xD;
      &lt;a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5511993765037" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            99376-5037
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      
           para saber como podemos ajudar a otimizar a gestão do seu condomínio.
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 30 Sep 2019 14:54:00 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Convenção Coletiva e Regimento Interno: entenda os documentos fundamentais do condomínio</title>
      <link>http://www.adconcondominios.com.br/convencao-coletiva-e-regimento-interno-do-condominio</link>
      <description>Entenda rapidamente o que é a Convenção Coletiva e o Regimento Interno, que agregam as principais regras e normas de um condomínio
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      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A maioria das regras de convivência e comportamento para os moradores está prevista na
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Convenção Coletiva
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          e
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Regimento Interno dos condomínios
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          . Muitos condôminos, no entanto, não sabem como ter acesso a eles, tampouco como podem interpretá-los, ou se existem leis sobre o assunto e quais seriam. Foi pensando justamente neste ponto que nós, da
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Adcon Condomínios
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          , preparamos um resumo rápido sobre estes documentos fundamentais para um bom convívio e gestão de um condomínio.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          O primeiro passo é saber no que consistem a Convenção Coletiva e o Regimento Interno. Ambos representam a lei no âmbito condominial, sendo peças-chave para a harmonia entre os moradores, segurança e previsibilidade necessárias no trato dos problemas internos do condomínio. Para se ter uma ideia da importância dos documentos, o artigo 1.333 do Código Civil determina que tanto a instituição quando a modificação necessitam da aprovação de, no mínimo, dois terços (2/3) das frações ideais do condomínio.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Agora que já explicamos a definição básica dos documentos, você confere um aprofundamento mais técnico sobre o funcionamento e pontos específicos da Convenção Coletiva e do Regimento Interno.
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Confira abaixo:
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;h2&gt;&#xD;
  
         CONVENÇÃO COLETIVA
        &#xD;
&lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A interpretação sobre o Código Civil deixa claro que a Convenção Coletiva é o documento que  irá estabelecer a maneira que aquele determinado condomínio será instituído. Além de também definir qual será a  sua destinação, de que modo as suas unidades autônomas serão individualizadas e de que  maneira ele será administrado.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Outro elemento que, por lei, deve ser regulamentado na Convenção Coletiva são as as sanções a que estão sujeitas as pessoas que convivem naquele condomínio e o modo de sua  aplicação. Da mesma maneira, o funcionamento das Assembleias Gerais, os respectivos  quóruns de aprovação em diversos assuntos, dentre outros aspectos variados, também estão inclusos.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A regulamentação destes documentos começa com o Código Civil (Lei n. 10.406/02). Em  seus artigos 1.332 e 1.334 determina quais informações e definições devem constar,  obrigatoriamente, da Convenção Coletiva de todo e qualquer Condomínio Edilício, assim como a discriminação e individualização das unidades autônomas, o fim a que se destinam e a sua forma de administração, dentre outras.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;h2&gt;&#xD;
  
         REGIMENTO INTERNO
        &#xD;
&lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          O Regimento Interno, por sua vez, aparece como um documento que também contém regras ligadas ao condomínio. No entanto, este é destinado a regulamentar aspectos cotidianos e específicos daquele Edifício específico e de sua respectiva área comum.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Conforme sugerem os mencionados dispositivos legais, no entanto, é no Regimento Interno que deverão ser encontradas as regras de utilização das áreas comuns (exemplo: salão de festas, piscina, churrasqueira, quadra e etc.), as obrigações do síndico, do zelador e dos próprios condôminos. As proibições a que condôminos estão sujeitos, por exemplo, também entram nesta lista.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;h3&gt;&#xD;
  
         CONCLUSÃO
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Em resumo, a Convenção Coletiva é como uma norma base, mais geral e forte, que  apresenta os aspectos principais e intrínsecos à própria existência do condomínio.  Já o Regimento Interno é mais específico e complementar ao primeiro documento, envolvendo regras cotidianas dos moradores e membros da administração condominial.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Ficou com alguma dúvida sobre Convenção Coletiva ou Regimento Interno? Fale com o síndico e entre em contato conosco pelo WhatsApp
           &#xD;
      &lt;a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5511993765037" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            99376-5037
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      
           para saber como podemos ajudar a otimizar a gestão do seu condomínio.
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 19 Sep 2019 18:54:00 GMT</pubDate>
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    </item>
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